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Getúlio Medeiros
Getúlio Medeiros
Comentário · há 3 anos
Respeito a visão poética, daqueles que tratam as questões de cunho grave, com elevadas consequências, como assim, o é, o tráfico ilícito de entorpecentes, com paliativos, e, ainda denominados de 'privilégio'.

Vivemos em uma sociedade que precisa ser melhor cuidada, instruída e culturalizada, mesmo que isso, seja doloroso, para muitos. No que infelizmente, as resoluções que deveriam seguir um curso longo, duradouro e efetivo, se encaminham para paliativos e medidas que só destroem qualquer sentimento de confiança nas instituições que deveriam primar pela nossa segurança social e jurídica, e, que se tornam apenas instrumentos da chamada impunidade.

Basta olharmos os noticiários, as revistas, os jornais, e, as conversas nas ruas, para atestar que o Brasil hoje, sobrevive na insegurança geral, no que nos remete à uma profunda reflexão, com relação ao futuro de nossas instituições e da própria sociedade.

A solução, nem sempre reside, na questão de se tentar entender, como bem disse o autor, se é criminho ou crimão...Crime é crime, e, precisa ser coibido, na prevenção e na coerção.

O problema, mais aparente, se dá pelo simples fato do Estado constituído, aparentemente, devido ao altíssimo custo, não almejar mais a resolução dos conflitos, efetivamente, mas apenas aplicar paliativos...

A sociedade, ela dificilmente atenderá, à normatização de crimes, com apenas paliativos, pois no seu profundo entender, atentará, para um provável afrouxamento das próprias instituições, das normas, e, das próprias práticas que deveriam ser desencorajadas, e, na persistência da quebra punidas...

Nossa cultura social, ainda não alcança esse tipo de resolução democrática e pacificação dos conflitos, através do privilégio, sem a devida punição à altura, de cada conduta delituosa.

Infelizmente!!!
Getúlio Medeiros
Getúlio Medeiros
Comentário · há 4 anos
Olá pessoal, muito bom dia!!!

A internet, foi uma criação, muito bem articulada, exatamente, para aproximar pessoas, e, o mundo empresarial, mas que também possibilitou, infelizmente, que se presenciasse, discussões e um tipo de liberdade que fere muitas vezes a dignidade do outro, e, isso, é o lado ruim da relação de liberdade que contemplamos.

Acusações, trocas de insultos, difamações, tudo muitas vezes, sem provas, e, o que é pior, sempre feitas, sem qualquer medida, num momento de explosão insana de raiva.

No caso específico, um jornalista, da responsabilidade e experiência em questão, não pode se utilizar dessa ferramenta, para disparar, mesmo em momento de fúria, contra qualquer outra pessoa, com ilações, sem qualquer limite, e, ainda, o que é mais grave, tentando requentar uma discussão, acerca de homoafetividade, desnecessariamente.

O que é ser "homofóbico"...é dizer o que pensa...baseado naquilo que se acredita???

O que é ser "tomador do dinheiro das pessoas pela fé"??? É pregar a Palavra de Deus, de acordo, com o que está na própria Bíblia...???

Não possuo procurações, para agir em defesa, de qualquer que seja, mas é uma discussão, que tomou uma proporção enorme, e, tornou-se de dimensão pública, porque mexe, com a fé, de uns, e, com o ativismo de outrem. E, nós, ficamos como???

De certo que houve excesso, porém, precisamos nos policiar, para que utilizemos de forma melhor, a grande rede. Se temos, algo, à acrescentar, acusar, apontar, ou incidir de forma singular, que seja, da forma convencional e mais legítima, não através da web, aonde, parece que somos sempre absolutos. Ledo engano.

Gostaria de apenas compartilhar com todos, por aqui...Que, independente de quem seja, não nos dá o direito de insuflar, se lançar, ou até mesmo acusar, de forma leviana, utilizando uma ferramenta tão, importante e democrática, como é a grande rede.

Fiquei decepcionado, com as palavras do nobre jornalista, que detinha, a minha admiração e audiência...
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